00:20 - Quando estamos com a unha do pé normal, sem nenhum tipo de encravação da cutícula, e topamos com esta unha, sentiremos algum tipo de dor, mas nada que faça-nos reclamar ou achar que tudo é uma grande conspiração do mundo contra nós. Mas se estamos com unha encravada, daquelas que um simples toque faz trovejar no sertão de tanta dor, basta não termos cuidado, e por três vezes que batemos contra algum objeto, começamos a dizer que temos azar, que isso só acontece consigo, que se não estivéssemos com a unha nesse estado isso não aconteceria. Mas não é bem assim. Quando a unha está boa, não ligamos pra o simples toque, e não contamos quantas vezes isso acontece, mas quando a unha está encravada as dores se tornam perceptíveis, e assim somamos e entramos na lei de murphy.
domingo, 21 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
rafaêla
deixa o mundo ter raiva dela
Em seus dias de stress profundo
Não alguém que vá falar com ela
Chega de brabeza
de jogar tudo no chão
Rafaela tá querendo
Quebrar a casa toda em vão
Eu só tenho pena
de quem chegar a insultar
Ela em dia de semana
Daí o arrependimento vai matar
Chega de stress
de tanta briga à toa
vê se um dia esquece
de gritar com alguma pessoa
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segunda-feira, 15 de setembro de 2008
quando conheceu o amor
Eu não sei ao certo amar
Eu só sei que estou sonhando
com você a me tocar
Procurei se era pecado
Querer sempre você,
Ao te ver fico calado,
Imaginando teu prazer
Pergunto à Deus
o que me faz
ficar tão atraído
Por que você não me deixa em paz?
Há pouco tempo
descobri o que é o desejo
De ter alguém pra vida toda
Ou por o tempo de um beijo
Um bom menino
sempre quis viver em paz
Mas graças ao destino
Ele virou rapaz
Um bom menino
nunca soube o que é a dor
Mas pelo mesmo destino
Ele descobriu o amor
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
just exactly like i used to
Fazer o que eu digo, só me faz saber dizer
Só me faz querer saber
O que fiz para refazer
Sua vida enlouquecer
Que então eu possa me ver sumir,
a matéria possa ver resplandecer
E o brilho refletido dos olhos partir
Sem ao menos pensar no meu sofrer
Na cama, você nunca reclama
Mas chega um dia que se vê
Que tem medo de quem ama
Vendo as luzes da tv
Então faça seu jogo,
E me avise depois das regras
Abra os olhos quando for dormir,
Que eu procuro descansar,
Procuro descasar,
Procuro te caçar
Procuro. Procuro.
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segunda-feira, 8 de setembro de 2008
closer
está aí perto de você. Não sei te ver, não sei sorrir
Seu sorriso quebra sempre o meu momento,
E eu me escondo de novo, e sempre volta meu tormento.
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terça-feira, 2 de setembro de 2008
y
eu não procurei, esqueci
Me dei a discrepância, me entreguei a ignorância
É o revés da vida.
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passada a dor, o amor.
e então sentir o seu cheiro
E se a noite tardar
Seu sorriso é tiro certeiro
Você não sabe que o que cabe dentro do meu peito
É pouco, mas ainda é maior que o tempo
que tenho desfeito quando sinto a falta de você
A metade do que faltava na minha vida
Chegou ontem, pelo correio, sem remetente e destinatário,
A semente germina o salário,
De repente canta meu canário
Sentindo a falta da gente
Nada mais adianta,
Não há nada que se faça
A água que desce da garganta,
Desce que nem cachaça
Eu só preciso de você pra curar meus caprichos,
Só preciso de você pra descarregar meus versos tão clichês
Só preciso. Só preciso.
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segunda-feira, 1 de setembro de 2008
garganta
20:17 - Pronto. Estou preparado para tomar a tal injeção. Pior seria, se fosse em uma sala de hospital, ou em um pronto-cirúrgico. É incrível, como consigo ainda expressar um pouco de otimismo em palavras tão verdes, brancas, cinzas, cor de lôdo e de tartaruga. Eu vejo as luzes que menos incidem na minha pupila, vejo o clarão, vejo o nada, vejo solidão.
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entorpecido
ou conseguir ficar com minhas pernas dormentes.
Me deixe sozinho no sofá,
e me deixe só com seus entorpecentes
Os olhos se confundem no espelho,
eu já não sei mais para onde olhar,
se eu tivesse, ao menos, ligado a um aparelho
Daria tudo que tenho pra ver você desligar
Tudo que tenho,
tudo que tinha,
não tenho mais.
Eu tento ser um bom rapaz,
mas que mal da vida faz,
um ser humano querer viver em paz?
...
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doente pt1
20:04 - Cá estou eu, confuso, abatido, pálido e translúcido, com meu pescoço que cheira a cânfora pulsando, e com meus nervos beirando a testa mais parecendo tentácolos de um polvo gigante à espera de destruir uma cidade.
Eu, antes, conseguia pensar em algo, me centrar em estudos, mesmo com essa amígdala direita praticamente colada a esquerda. mas algo me aconteceu. Não no dia, não em hora específica. Mas sim, em algum momento do dia primeiro de setembro, que me fará lembrar o quão bem eu comecei o mês.
Postado por ciro guilherme às 20:03 0 reclamações