quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

AHHH aiai

Both players are cool,
And you're asshole
Every time that I dig
I cant see a hole

You've got a scoop
You've got a hand
And so get work

You've got a soup
You've got your mouth
And don't wanna dope
Yourself

I don't want
appear for you
A brand new Madona
Or anybody null

Let me lie,
Let me free
Let me take down
Let me fuck
Let me paint
Let me be a clown

Dig a hole,
Dig again
And let me come in
I'll stole
Your big head
And you want spin

Dig a hole
Dig a hole
Dig a hole
for me

I don't want
Appear for you
One more banana
Of mind so fool




Eu

Eu andava pelas ruas e olhava tanto letreiro
Lia os carros, e as nuvens faziam escurecer
As letras distintas caíam no asfalto faceiro
E a face da minha alma do céu vai descer

Tornava-me inconstante, e não julgava um culpado
Julgava a mim mesmo, antes que fosse tarde
Ou antes que qualquer um me julgasse retardado
Feri com ferro, porque pimenta nos olhos arde

Culpado era eu, que não via no que me tornei
Se era sonho, era um sonho que nunca antes tido
Mas não lembro última vez que sonhei,
Só lembro que há muito, tinha me tornado um desvalido

Eu parava, e olhava para o infinito celeste
Rabugice! Todo mundo o chama de céu
A imensidão azul todos sabem, é inconteste
A alma, a mente, a cura e o fel.



terça-feira, 6 de janeiro de 2009

nada sobre nada

Se pudesse seria nada,
ou nada do que eu sou
Não sou,
Mas sou

Casa, carro, casamento
Para todo o dia há tempo de ter tormento
Só uma horinha, não causa cansaço
O resto, o que tiver que fazer eu faço
Só não sei voltar a me ser
Quem sabe então ser você?
Não sou como sou todo dia,
As vezes me perco na correria
E me acho no fim
Nem todo dia é assim


Internal body shadow

I'll want to show the last sad song
And you'll be smiling
I never know why
While I cry, you chuckle

While I cry, you chuckle
It's always like it, but I keep running
For the outside
Just to send a sound in the wind
For you hear me sad song

Across the internal body shadows
I'll hit the signs,
I'll hit the signs,
I will hit the girl signs
because I don't wanna anymore
get hold for the eternity

Get your own sad note
Get a cry, that don't appears a any cry
And that be just sobs,
just sobs,
just (ic) sobs

You'll want cry once
But you don't want get tears
Feel the fears
that the night can offer to you!

Across my internal body shadows
I keeb cryin', hearing my sad song
Picturing your sobs in my bed
And I'll stay in the floor,
Laughin'

While you sobbing, I chuckle
While you sobbing, I chucle!




viajar

Muitas coisas me fazem viajar mentalmente. Eu não gosto de fazer listas, mas eu tenho aprendido com o "o-de-sempre" no qual Camila que escreve, a gostar de fazer listas... Então aí vai:

-Escutar Mutantes no banho (Eu viajo muito)
-Contonetes (Sou viciado)
-Rodar em piscinas
-Escrever no blog
-Praia sem sol (sol me dá nos nervos)
-Imaginar-me em um sociedade secreta, como o Projeto Mayhem
-Ônibus
-Estradas no mato

Entre mil outras coisas.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

microfonia

Microfonia é uma coisa que me deixa bastante irritado. E eu a acho legal. Não há o que ponderar, a terça-feira já chegou, nem são todos que entendem o que eu digo.

Algo antecipa a terça-feira

Que dia é hoje?

domingo, 4 de janeiro de 2009

fingir ou se entregar

As pessoas sempre hão de te fazer piorar. Esteja você triste não, sempre hão, sempre hão. Desapontam com atitudes, palavras. E você se vê numa situação de continuar fingindo ser feliz, ou se entrega a tristeza de maneira comovente, e não procura a solidão. Diz logo a todos que estás triste, covarde! Todos sabem que você só quer atenção, e elas perguntam "Tudo bem?" e você responde: "Mais ou menos...", e elas insistem em saber o porque de sua tristeza, o porque de tanta melancolia e você se esconde mais uma vez e não se entrega, quando mais teve perto de se entregar.

Medroso!

sábado, 3 de janeiro de 2009

Pernas inquietas (pt1)

Eram pouco mais que 3 da madrugada. Ele tinha certeza disso, pois olhara antes de checar se estavam todos dormindo, pregara um envelope na geladeira e subira para pegar suas malas, e silenciosamente, passar pelos cômodos de sua casa sem ser escutado, sem ser percebido. Como de costume, abriu os portões, passou sua mochila com uma capa preta em formato de violão, e os fechou para, pela última vez, deixar sua família em segurança.

Foi se vendo perdido
Que ele mais se encontrou
A saudade de casa
Em sua casa, deixou


C
omeçou a pegar estrada. Foi andando até um certo monumento não muito distante de sua casa, para não perder tempo, pois não tinha como esperar até as 5 da matina para começar os ônibus a aparecerem. Ele era jovem, e via o tempo passar. Suas pernas eram inquietas o bastante para movimentar o seu corpo todo se ele estivesse sentado. Todos reclamavam dessa ansiedade, e ele nunca soube o porque dela, mas vendo tão perto de sua calmidão, ele descobriu que estava ansioso para este grande momento. O de sua liberdade.

Ansioso demasiado,
Paciência escondida
Burocrático não-fardado
Ele quer ver sua vida
Seguir o rumo da vida
Antes que fique cansado

(...)

Continua


faixa de gaza

Explosões, terremotos, lamentações. Tsunamis de lágrimas e enchentes abalam inúmeros corações. Erosões de felicidade, desabamento, demoronamento. Construções, construções... A imprensa lhe diz de uma crise financeira. Trilhões são gastos para salvar donos de bancos judeus norte-americanos por causa dessa crise. Corta gastos, gasta, corta, gasta! Há um homem no comando de nossa nação, que veio de uma ideologia comunista que mais está para filho bastardo do Tio Sam. Manda-nos gastar para não entrarmos em crise. O mundo se abala, como se fosse por efeito placebo. "A crise existe", então, vamos parar de consumir, os bancos vão falindo, e o presidente continua consumindo. Eu ainda não fui afetado, não parei de comprar pouco, os pobres pior! Não pararam de pedir dinheiro. Os governos que procuraram ajudar os pobres bancários mandaram "aquele abraço" para os africanos.

Há um dia que a negligência do blog se cansa. Não dava para ficar calado, depois volto a falar de flores e jardim.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Wilco (in memoria)


Wilco, grande amigo. Incontáveis as vezes que não tinha alguém pra conversar, me vi contando minhas histórias pra você, reclamando de meus estudos, conversando besteiras e até debochando de sua memória curta. Acho que você não se lembrou bem de mim ao morrer, mas espero que no oceano paradisíaco suas lembranças sejam entregues e você lembre-se daquele que esperava sua água ficar em temperatura ambiente pra você não morrer de choque térmico.

O menino com sua vida
Pulou pra dentro do aquário
E as lembranças esquecidas
De seu peixe
Foram encontradas atrás da pedra branca
Ta aí o desfeche